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Comentário ao Evangelho de Natal

“Se não vos tornardes como meninos não entrareis no Reino dos Céus” 

 Pe. João Clá Dias

Quer na Gruta de Belém, quer durante sua vida familiar, Jesus foi o divino exemplo de quanto devemos nos fazer “como meninos”. Sua inocência cresceu em manifestações ao longo de sua vida até o momento em que, morrendo crucificado, redimiu o gênero humano. Passados dois milênios, continua necessária a inocência. Cabe aos homens tornarem-se “como meninos” para a resolução da grande crise atual. Bem junto ao Presépio, meditemos sobre o Divino Infante neste proceloso Natal de 2003.
 

No princípio existia o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. 2 Estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por Ele; e sem Ele nada foi feito. 4 N’Ele estava a vida, e a vida era a luz dos homens, 5 e a luz resplandece nas trevas, e as trevas não o receberam.

6 Apareceu um homem enviado por Deus que se chamava João. 7 Veio como testemunha para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. 8 Não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. 9 O Verbo era a luz verdadeira, que vindo a este mundo ilumina todo o homem. 10 Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não O conheceu. 11 Veio para o que era seu, e os seus não O receberam. 12 Mas a todos os que O receberam, àqueles que crêem no seu nome, deu poder de se tornarem filhos de Deus; 13 eles que não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.

14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória, glória como de Filho Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. 15 João dá testemunho d’Ele e clama: “Este era Aquele de Quem eu disse: O que há-de vir depois de mim é mais do que Eu, porque existia antes de mim.” 16 Todos nós participamos de sua plenitude, e recebemos graça sobre graça; 17 porque a lei foi dada por Moisés, mas a graça e a verdade foram trazidas por Jesus Cristo. 18 Ninguém jamais viu a Deus; o Unigênito de Deus, que está no seio do Pai, Ele mesmo é que O deu a conhecer (Jo 1, 1-18).

I — Fez-se menino e habitou entre nós
 

A pleno júbilo repicam os sinos à meia-noite. Numa envolvente atmosfera de alegria, paz e harmonia, marcam eles o início da Missa do Galo. No interior do edifício sagrado quase não há sombras, a luz domina o ambiente, em inefável sintonia com o órgão e as melodiosas vozes. Os fiéis sentem-se atraídos a meditar sobre um dos principais mistérios de nossa fé, a Encarnação do Verbo, o nascimento do Menino Jesus.

Deus quis se fazer conhecer pelos homens

Cada festa litúrgica, ao nos propor a consideração de um determinado aspecto do Salvador, desperta em nós reações às vezes intensas: o Tabor nos causa admiração pelo brilho do acontecimento; acompanhando os Passos da Paixão, as lágrimas banham nossas faces; vibramos de gáudio ao considerar a Ressurreição e a Ascensão. E a doçura radiante emitida pela manjedoura de Belém não só nos encanta, como pervade nossas almas e as envolve em doce suavidade.

Ali está a Bondade em essência, sob a roupagem de nossa débil natureza. Nela realizou-se um dos maiores desígnios da Trindade Santíssima em relação aos habitantes deste vale de lágrimas.

Deus falou-nos durante séculos, através das criaturas e dos profetas, tornando patente seu empenhado desejo de fazer-Se conhecer pelos homens. E, afinal, acabou por nos enviar seu próprio Filho. “Nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho, a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual ele criou o universo” (Hb 1, 2).

A partir de então, Ele se pôs ao alcance de nossa inteligência, pelas obras de Deus humanado. Quem poderia imaginar um meio mais excelente de comunicação entre Criador e criaturas?

Majestade e humildade se osculam
 

Junto ao Presépio encontraremos a mais bela e eficaz manifestação do grande poder de Deus: uma criança nascida para elevar, pela ação da graça, o gênero humano tão decaído pelo pecado. Por essas razões, ao adorar Aquele tenro e delicado Menino, louvaremos a glo­riosa majestade de Deus fazendo-se compatível com a humildade.
 

Majestade e humildade infinitas, extremos opostos, paradoxo adorável. Esse Divino Menino, com todas as contingências inerentes à infância, tem, entretanto, na plenitude, a visão beatífica. Ele sente o frio do inverno, padece fome e sede, chora, e, sem embargo, é totalmente feliz. Nós O contemplamos na sua imensa fragilidade, de dentro da qual Ele está redimindo o mundo.
 

As palavras do vocabulário humano são insuficientes para comentar o quanto o Natal é uma das maisbelas provas do amor de Deus pelos homens. Contentemo-nos com a afirmação de São João: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16).

“Puer natus est nobis!”
 

“Nasceu-nos um Menino!” Haverá maneira mais singela de referirmo-nos a Deus? Abandona Ele os fulgores da divindade e se apre­senta, sobre palhas, na fragilidade de um recém-nascido.

Durante séculos e séculos suspiraram os profetas por esse dia, tornado, por fim, realidade: “Um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da Paz. Seu império será grande e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino.

Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde agora e para sempre” (Is 9, 5-6).

A justiça se faz misericórdia...
 

O surgimento desse Menino no cenário psicológico e religioso da mundo antigo representou uma contradição. O conceito de divindade — quer a real, quer a idolátrica — baseava-se na idéia da jus­tiça punitiva. Por exemplo, a criação da figura mitológica greco-romana de um deus aterrorizando o Olimpo com um simples franzir de testa, ou o universo com o agitar de sua chibata.
 

As próprias Escrituras Sagradas nos revelam com freqüência um Deus onipotente e pouco propenso à contemporização. Já no Paraíso Terrestre, castigou imediatamente nossos pais. Por um único pecado de desobediência, foram expul­sos, perderam seus dons e privilégios e ficaram à mercê das dores, das doenças e da morte.
 

Crescendo e multiplicando-se os filhos de Adão sobre a terra, não tardou Deus para, “vendo que era grande a malícia dos homens”, determinar irreversivelmente: “Exterminarei da face da terra o homem que criei, e com ele os animais, desde os répteis até as aves do céu; porque me pesa de os ter feito” (Gen 6, 5 e 7). E o que dizer da grande cólera de Deus ao destruir Sodoma e Gomorra, culminando com a punição da mulher de Lot que, “tendo olhado para trás, ficou convertida numa coluna de sal”? (Gen 19, 26).
 

...e coloca-se à disposição de todos
 

Longa poderia ser a enumeração dos terríveis atos de justiça do Onipotente Legislador, descritos nas Escrituras Santas. Mas, façamos uma brusca interrupção e acerquemo-nos novamente da manjedoura de Belém.
 

Quem veremos ali? O mesmo Deus. Porém, já não mais vingador, nem incutindo pavor aos pecadores. É um alcandorado recém-nascido. Onde se encontra a grandeza do Rei de toda a criação, capaz de reduzir a nada todo o universo, se assim o quisesse? Onde estão os raios e os trovões que O precediam ao descer no Sinai?
 

Ajoelhemo-nos com total confiança, sem o menor temor, pois temos diante dos olhos, não a representação da infinita severidade, da ira santa e implacável, mas, muito pelo contrário, o sorriso arrebatador de uma belíssima Criança, que nos fará olvidar a dor de consciência de todo o nosso passado, o mal por nós praticado e até o dissabor a ele inerente. Na Sua delicada e infantil candura, Ele nos convida a amá-Lo com toda nossa capacidade de simpatia e afeto, e não tar­dará muito para despertar no fundo de nossa alma, pelo sopro da gra­ça, uma poderosa aspiração para adorá-Lo.
 

Ele mesmo escolheu, para seu palácio, a Gruta de Belém; para seu ornato, simples panos; para seu berço, umas surradas tábuas; e para companhia, além de Maria e José, apenas dois animais. Não quis um só resquício de aura grandiosa, pois desejava colocar-se ao alcance e à disposição de qualquer necessitado. Ademais, sua grande missão é a de ser vítima.

Missão que teve seu início no despojamento da manjedoura e seu auge no Calvário. A Cruz e o Presépio, os melhores meios para apagar nossas ofensas a Deus.

O Salvador quis trilhar a Via-Sacra porque, sem o seu Preciosíssimo Sangue, nossa reparação de nada nos valeria. E, já a partir de Belém, começou a ensinar-nos a sofrer porque seus padecimentos não nos serão inteiramente eficazes, se não forem acompanhados de nossa arrependida penitência.

II — O Evangelho, testemunho da divindade de Jesus
 

O Evangelho de hoje constitui uma das mais belas páginas da Escritura. Em algumas frases, pervadidas de sobrenatural unção, o Apóstolo Virgem sintetiza a história eterna e humana do Verbo de Deus, Segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Tal qual atestam muitos e famosos autores, trata-se de um hino a Cristo Encarnado, provavelmente escrito sem ter em vista o próprio Evangelho, e talvez até antes deste. Alguns chegam a levantar a hipótese de São João ter intercalado os grupos de versículos 6 a 8, 12 e 13, 15 a 17, quando resolveu adaptar esse canto para utilizá-lo à maneira de prólogo ao seu Evangelho.

Intuito pastoral e polêmico
 

São João, como já tivemos ocasião de expor em anterior artigo, resolveu escrever um quarto relato da vida do Salvador, apesar de já existirem os de Mateus, Lucas e Marcos, pelo seu enorme empenho em provar e documentar a divindade de Jesus, conforme ele mesmo declara: “Outros muitos prodígios fez ainda Jesus na presença de seus discípulos, que não foram escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos a fim de que acrediteis que Jesus é o Cristo, Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome” (Jo. 20, 30-31).

Vê-se claramente, por esta afirmação colocada já quase no fim de seu relato, o quanto o prólogo é uma síntese do Evangelho. E, por diversas razões, não se pode excluir a hipótese de ter o autor um certo intuito polêmico.

O Cristianismo já fizera seu curso e — além de doutrinas errôneas panteístas sobre a união das duas naturezas, a divina e a humana, numa só Pessoa — havia também heresias que negavam a realidade da carne de Jesus, (cf. I Jo 4, 1-3), como, por exemplo, uma forma precoce de docetismo, assim descrita pelo próprio São João: “Porque muitos sedutores se têm levantado no mundo, que não confessam que Jesus Cristo tenha vindo em carne; estes tais são os sedutores, são o anti-Cristo” (II Jo 7).

“E o Verbo se fez carne” (v. 14)
 

É conveniente salientar que, em muitas passagens da Escritura Sagrada, o vocábulo “carne” não tem o significado de carne sem vida, mas é sinônimo de “homem inteiro”, com uma conotação toda espe­cial que visa sublinhar o aspecto de fragilidade da natureza humana. Esta é a razão pela qual não se encontra no prólogo a expressão “se fez homem”, pois deseja o Evangelista acentuar ainda mais a infinita distância entre Deus e a criatura na qual Ele se encarnou. Nem sequer exprimiu-se pelos termos “fez-se corpo”, porque certamente quis evitar que alguém viesse a crer tratar-se Cristo de um ente humano sem vida, animado tão-somente pela divindade.

A mesma preocupação dogmático-pastoral de São João — de deixar clara a divindade de Jesus — transparece de certa forma no Evangelho de hoje, pelo emprego dos verbos predominantemente no pretérito imperfeito, até o v. 14. E em contraposição, ao referir-se à Encarnação, ele emprega o preté­rito perfeito. Nos primeiros versículos descreve a existência eterna do Verbo (“era”, “estava”, “existia”), e a partir do v. 14 procura tornar clara sua atuação no tempo (“se fez”, “habitou”), ou seja, o Verbo Encarnado é o Mesmo Filho Unigênito gerado pelo Pai, desde toda eternidade.

Pelos motivos anteriormente ex­postos, São João acrescenta à sua proclamação da Encarnação dois substanciais grupos de testemu­ nhas: o Batista (vs. 6 a 9 e 15) e os próprios Apóstolos (v. 14), indispensáveis para dar solidez à sua argumentação.

Considerações próprias a alimentar nossa piedade
 

As considerações teológico-exegéticas sobre o Evangelho de hoje levar-nos-iam a escrever uma enciclopédia. Mas basta-nos, por ora, ressaltar a Sabedoria incomensurável de Deus, ao realizar a união de duas naturezas, tão diversas, numa só Pessoa: um profundo, e ao mesmo tempo, altíssimo mistério,impossível de explicar-se nesta terra, apesar de claramente revelado.
 

Aproveitemos, então, o espaço que nos resta, para alimentar nossa piedade, perguntando-nos: como agradecer a Jesus, no berço, tanta bondade para conosco? Quanto desejaríamos nós retribuir, com um amor sem limites, os infinitos e sobrenaturais dons trazidos por esse Menino! Parecer-nos-ia impossível realizar uma tal reciprocidade. Entretanto, está ela inteiramente ao nosso alcance. Para tal, não é necessário retomarmos nosso débil corpo de bebê dos primeiros momentos de nossa existência. Será suficiente colocar em prática o conselho do próprio Jesus: “Na verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como meninos, não entrareis no reino dos Céus” (Mt 18, 3).

III — Restaurar a inocência, para obter a paz
 

Na prática, o que significa converter-se e tornar-se “como menino”?

A criança não conhece a mentira, a falsidade nem a hipocrisia. Sua alma se espelha inteiramente em sua face; sua palavra traduz com fidelidade seu pensamento, com uma franqueza emocionante. Ela não tem as inseguranças da vaidade ou do respeito humano. Em uma palavra, ela e a simplicidade constituem uma sólida união.

O exemplo dado pelo próprio Deus
 

O Divino Infante, criador das leis da natureza, em dado momento a elas se submete como um pobre mortal. Ele deseja ensinar-nos mais esta virtude da criança que é obediente tal qual Jesus o era a seus pais, conforme encontramos em Lucas (2, 51): “e era-lhes submisso”. Para nosso exemplo, Ele conservou a obediência até o último suspiro de sua existência: “Humilhou-se a Si mesmo, fazendo-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Fil 2, 8).

Que lição nos dá Jesus! A Sabedoria Eterna, um bebê em tudo dependente dos que O cercam. Essa deve ser nossa flexibilidade, resignação e disposição de alma diante de todas as circunstâncias de nossa vida, prontos a dizer “sim” a qualquer mínimo convite da graça. Eis o caminho indicado pelo Salvador, sobre as palhas da manjedoura.
 

Quanto nos custará, talvez, cumprir com os rigorosos deveres de uma sábia disciplina, ou de colocar-nos sob o jugo de uma autoridade, ou de nossas responsabilidades sociais e religiosas. Para agradecer a Jesus, seria bom impormos silêncio aos nossos caprichos e paixões, e imitarmos a sua obediência.

Jesus ama a pureza de coração
 

Se há uma nota que superlativamente nos atrai na criança, esta é, com toda certeza, a candura, que a faz ignorar a maldade. A pureza de coração, com a qual ela cria para si um universo de beleza moral que, se não trilhar as vias da santidade, ela perderá por não lutar contra a concupiscência decorrente do pecado original. Esta é a virtude que Jesus, no berço, nas praças ou no Templo, na Cruz ou na Ressurreição, mais ama (cf. Mc 10, 13-16).

Eis a maneira de retribuirmos plenamente ao Menino Jesus todos os benefícios recebidos: mantendo-nos inocentes até o dia do Juízo. Aí sim, faremos sua alegria, na companhia de Maria e José.
 

Mas, se a alvura de nossas vestes batismais tiver sido tisnada pelo pecado, se foram elas rasgadas pelo desvario de nossas paixões e perderam os perfumes daquela candura de outrora, como proceder?
 

Acima de tudo, não devemos nos deixar abater. Façamos mergulhar nossa túnica nas miraculosas águas da penitência. Elas a lavarão, reconstituirão e a impregnarão de um celestial aroma. Nossas lágrimas de arrependimento junto ao Menino Jesus, sob a maternal proteção de Maria Santíssima e os rogos de São José, infalivelmente nos obterão a restauração de nossa inocência, conforme Ele mesmo nos prometeu. (1)

A inocência: a verdadeira paz para este mundo

Peçamos a Maria que, nesta feliz e santa noite de Natal, faça nascer o Menino Jesus no presépio de nossos corações, para torná-los tão puros e inocentes quanto o d’Ele.
 

Conta-se um significativo fato ocorrido na época das caravelas. Debate-se a frágil embarcação sob uma terrível procela. Os tripulantes põem-se todos a rezar no tombadilho, implorando o socorro divino.

Vendo bem que nada prognosticava o aquietamento daquelas enfurecidas ondas, rogam um milagre. Eis que, em certo momento, o comandante percebe entre os passageiros uma mãe estreitando ao peito seu filhinho. Sem hesitar, arranca a criança dos braços da mãe, ergue-a e suplica em alta voz: “Senhor, nós pecadores não merecemos ser ouvidos por Vós. Pior do que ser tragados por estas águas revoltas, nosso destino bem poderia ser o eterno fogo do inferno. Mas, Senhor, aqui está um inocente que clama pela vossa misericórdia e intercede por nós. Clemência, Senhor, por esta inocência!”
Antes mesmo de devolver à mãe o menino, instantaneamente, as águas tornaram-se serenas.

Façamos o mesmo. A humanidade hoje atravessa uma de suas maiores crises. Neste proceloso Natal de 2003, apresentemos o Menino Jesus a Deus Pai e, pela poderosa intercessão de Maria e José, imploremos a verdadeira paz para este mundo tão conturbadamente caótico. Ou seja, peçamos que volte a reinar entre nós a virtude da inocência. ²

1) Jo 14, 13: “Tudo que pedirdes em meu nome, Eu o farei”; Lc 11, 9-10: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede, recebe; quem procura, encontra; e ao que bate, se lhe abrirá”.

Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias

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